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Procurador de Justiça nega preferência por Lula em rede

Procurador de Justiça: O procurador Domingos Sávio Barros Arruda nega apoio a Lula após postagem sobre a Constituição. Confira agora os detalhes do.

O procurador de Justiça Domingos Sávio Barros Arruda negou publicamente ter manifestado qualquer preferência pela reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O integrante do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) esclareceu sua posição após repercussão de uma postagem feita em suas redes sociais.

Na última terça-feira (13), o membro do órgão ministerial compartilhou um conteúdo que defendia a Constituição Federal e políticas sociais. O texto também criticava a suposta subserviência do Brasil a nações estrangeiras. Na ocasião, o procurador não citou nomes, mas o teor da mensagem foi interpretado como um sinal de apoio ao petista, que enfrenta o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no segundo turno.

Procurador de Justiça nega preferência política

A interpretação do público ocorreu devido ao alinhamento de Flávio Bolsonaro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Contudo, em menos de 24 horas, Domingos Sávio retornou às redes sociais para realizar esclarecimentos sobre o episódio. Ele reforçou que não realizou manifestações político-partidárias, conduta que é vedada aos membros do Ministério Público.

O procurador afirmou categoricamente que nunca expressou preferência por qualquer candidato ou legenda partidária. Segundo ele, sua atuação nas redes sociais respeita as limitações impostas pelo cargo. Confira as principais declarações feitas pelo procurador em sua nota de esclarecimento:

Nunca mencionou nomes de candidatos para elogiar ou criticar. Jamais realizou manifestação de cunho político-partidário. Defendeu valores constitucionais e princípios democráticos. Além disso, Domingos Sávio argumentou que exerceu apenas o seu direito à liberdade de expressão. Ele ressaltou que os temas abordados em sua publicação, como a soberania nacional e a honestidade, estão previstos na Constituição Federal. Portanto, ele nega que o conteúdo tenha caráter eleitoral.

O procurador questionou, inclusive, se haveria candidatos contrários aos valores que ele defendeu. Dessa forma, ele reiterou que não declarou voto em nenhum dos postulantes ao cargo. Para acompanhar outras últimas notícias , continue navegando em nossa categoria de política.

Fonte: rdnews.com.br