Julgamento de Reyvan da Silva Carvalho marcado para novembro
O julgamento de Reyvan da Silva Carvalho, acusado de matar mulher na UFMT, ocorre em novembro. Confira agora os detalhes do caso e as medidas de segurança.
O julgamento de Reyvan da Silva Carvalho , acusado pelo estupro e homicídio de Solange Aparecida Sobrinho, foi oficialmente agendado. O Tribunal do Júri de Cuiabá marcou a sessão para o dia 26 de novembro, às 9h. O crime ocorreu nas dependências da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) em 23 de julho de 2025.
O caso gerou profunda comoção na capital mato-grossense. Além disso, o episódio provocou um clima de insegurança entre a comunidade acadêmica e os frequentadores do campus. As autoridades policiais prenderam o réu em 29 de agosto de 2025, pouco mais de um mês após o ocorrido.
Detalhes do julgamento de Reyvan da Silva Carvalho
Além disso, A identificação do suspeito foi possível graças ao trabalho da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). Laudos periciais confirmaram a coincidência do perfil genético de Reyvan com o material biológico encontrado no corpo da vítima. No momento da prisão, realizada dentro do campus, o acusado negou o crime e chorou diante dos agentes da Delegacia Especializada de Homicídio (DHPP).
O delegado Bruno Abreu Magalhães, responsável pelas investigações, classificou o réu como um predador em potencial. Segundo o inquérito, o homem monitorava mulheres em situação de vulnerabilidade. O histórico do acusado reforça essa tese, já que ele foi identificado como autor de outros três estupros anteriormente.
Portanto, Solange Aparecida Sobrinho foi encontrada sem vida na manhã de 24 de julho de 2025. Vigilantes da universidade localizaram o corpo em uma área desativada do campus. Os peritos constataram que a morte foi causada por asfixia mediante estrangulamento, além de confirmarem a presença de sêmen na vítima.
Familiares relataram que a vítima, que enfrentava transtornos mentais, costumava frequentar o campus, embora não fosse aluna da instituição. O caso mobilizou estudantes, que realizaram protestos exigindo:
Respostas imediatas sobre a morte de Solange; Esclarecimentos sobre outros episódios de assédio na UFMT; Reforço efetivo na segurança do campus universitário. Em resposta às reivindicações, a reitoria da universidade implementou diversas medidas de proteção. Entre as ações adotadas, destacam-se a instalação de novas câmeras de monitoramento e a reestruturação da vigilância terceirizada. Além disso, foi criada uma comissão temática para acompanhar a segurança no local. Para mais informações, consulte as últimas notícias sobre o caso.
Fonte: rdnews.com.br