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Hospital Central atinge 2 mil cirurgias com tecnologia

O Hospital Central de Mato Grosso celebra 2 mil cirurgias, incluindo procedimentos robóticos pelo SUS. Confira agora os detalhes desta conquista.

O Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso alcançou, no início de setembro, a expressiva marca de 2 mil cirurgias realizadas. Desse total, mais de 70 procedimentos foram executados com auxílio de tecnologia robótica, consolidando o avanço tecnológico na unidade.

A instituição, que opera há pouco mais de sete meses, introduziu a cirurgia robótica no Sistema Único de Saúde (SUS) do estado. O marco reflete o compromisso da unidade com a alta complexidade desde a abertura do centro cirúrgico, ocorrida em 11 de fevereiro.

Hospital Central amplia cirurgias robóticas e especialidades

Além disso, A tecnologia robótica foi inaugurada na unidade com o tratamento de um paciente diagnosticado com câncer de próstata. Atualmente, o hospital oferece 12 especialidades cirúrgicas, atendendo a diversas demandas da população mato-grossense. Além disso, a unidade busca agora fortalecer pilares fundamentais para a medicina moderna.

Conforme o coordenador da linha cirúrgica, Iuri Tamasauskas, o foco atual é expandir as atividades de ensino, pesquisa e inovação. O hospital conta com um time de 172 médicos dedicados a oferecer um atendimento de excelência. Confira outras últimas notícias sobre a saúde pública.

Portanto, As especialidades atendidas pelo hospital incluem:

Urologia, cirurgia pediátrica e ortopedia oncológica; Cirurgia cardíaca adulta e pediátrica; Cirurgia do aparelho digestivo, ginecologia e vascular; Mastologia oncológica, cirurgia plástica e neurocirurgia. Recentemente, a unidade realizou um mutirão que contemplou 12 cirurgias pediátricas. Entre os procedimentos, destacou-se a correção de refluxo e a instalação de dispositivos de auxílio alimentar. A cirurgiã Maria Lúcia Apezzato, do Programa de Robótica do Einstein, acompanhou os casos.

Uma das pacientes, uma menina de 10 anos, passou por uma intervenção robótica para melhorar sua condição nutricional. A mãe da criança destacou a eficácia do método, ressaltando que a técnica minimamente invasiva permitiu uma recuperação mais rápida. A paciente segue em observação na Unidade de Cuidados Intensivos da Pediatria.

A diretora do Hospital Central, Alessandra Bokor, reforçou que a unidade atingiu a operação plena em julho. O objetivo da gestão é ampliar o acesso a procedimentos complexos, garantindo segurança e qualidade aos pacientes. O hospital atende exclusivamente pelo SUS, mediante encaminhamento da Central Estadual de Regulação.

Fonte: rdnews.com.br