Globo se defende de Andréa Sorvetão e cita empresa de Aragão
Globo se defende de Andréa Sorvetão: A Globo respondeu ao processo de Andréa Sorvetão sobre direitos de imagem em Os Trapalhões. Confira agora os detalhes.
Globo se defende de Andréa Sorvetão — A Globo apresentou sua defesa oficial à Justiça no dia 20 de julho, respondendo a um processo movido pela ex-paquita Andréa Sorvetão . A ação, iniciada em fevereiro de 2025, também inclui como ré a Renato Aragão Produções Artísticas (RA), empresa fundada pelo humorista Renato Aragão.
Globo se defende de Andréa Sorvetão em disputa judicial
Andréa Sorvetão alega ter sofrido uso indevido de sua imagem em produções de Os Trapalhões . Segundo a ex-assistente de palco, os contratos assinados entre 1991 e 1992 previam a RA como locadora e a Globo como locatária. Ela afirma ter recebido apenas pelas gravações originais, sem remuneração por reprises no canal Viva, exibições na TV Globo, disponibilização no Globoplay ou vendas de DVDs.
Além disso, A autora da ação aponta que a produtora de Renato Aragão deveria ter intermediado os pagamentos e, por isso, seria corresponsável pela suposta exploração indevida. Além disso, Sorvetão questiona a exibição de antigos comerciais da marca Hering durante os episódios no streaming, alegando que a associação prejudica sua imagem profissional.
Entre os pedidos feitos à Justiça, destacam-se:
A retirada imediata dos comerciais da Hering dos episódios no Globoplay. O reconhecimento da violação de direitos de imagem. Indenizações por danos morais e materiais, além de multa por reproduções não remuneradas. Portanto, Em sua defesa, a emissora classificou a narrativa de Andréa como "absurda". A empresa argumenta que os contratos originais previam a possibilidade de reexibições ilimitadas e estabeleciam critérios de pagamento. A Globo sustenta que os valores foram repassados integralmente à RA Produções Artísticas, conforme o acordado, cabendo à empresa do humorista a gestão dos pagamentos à artista.
A emissora também alegou a prescrição dos pedidos, visto que a primeira reprise ocorreu há 30 anos e a disponibilização em streaming começou há sete. Além disso, a defesa invocou o instituto da "Supressio", argumentando que a ausência de reclamações por três décadas demonstra a perda do direito de questionar os fatos agora.
Sobre as acusações envolvendo a marca Hering, a Globo afirmou desconhecer os termos dessa negociação específica, reiterando que tal responsabilidade recairia sobre a produtora do humorista. Para conferir outras atualizações sobre o caso, acesse a nossa categoria de notícias.
Até o momento, a Renato Aragão Produções Artísticas não apresentou manifestação nos autos. A empresa recebeu uma notificação oficial no início deste mês, dando início ao prazo legal para a apresentação de sua defesa perante o Judiciário.
Fonte: midianews.com.br