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Fuga de presas: Arlequina segue foragida após caso em MT

fuga de presas: Após a prisão de Angeliquinha na Bolívia, a polícia intensifica as buscas por Arlequina. Confira os detalhes da fuga e o status das.

A fuga de presas da Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá, revelou falhas graves de segurança durante a execução de obras na unidade. O caso, ocorrido em 17 de agosto de 2025, envolveu Angélica Saraiva de Sá, a “Angeliquinha”, e Jéssica Leal da Silva, conhecida como “Arlequina”.

Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, titular da Draco, as detentas aproveitaram a reforma na casa de costura do presídio para escapar. Elas serraram as grades e utilizaram um portão lateral, construído especificamente para o acesso de materiais da obra, para deixar o local.

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Além disso, Enquanto a Polícia Civil de Mato Grosso trabalha para localizar a foragida, o caso ganha novos contornos. Arlequina é apontada como uma liderança criminosa na região de Juína e responde a diversos processos por tráfico de drogas. As autoridades ainda não confirmaram se as duas permaneceram juntas durante o período de fuga.

A investigação aponta que a estrutura da obra facilitou a ação das criminosas. O delegado ressaltou que pontos críticos foram identificados para evitar que situações semelhantes ocorram novamente em unidades prisionais, especialmente onde há atividades laborais como a costura.

Portanto, Confira alguns pontos principais sobre o caso:

Angeliquinha foi localizada e presa em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia. A foragida acumula condenações que somam mais de 260 anos de prisão. Arlequina segue sendo procurada pelas forças de segurança estaduais. A Polícia Civil reforçou a fiscalização em obras dentro de presídios femininos. Sobre a prisão de Angeliquinha, o trabalho foi fruto de uma cooperação entre a Polícia Civil de Mato Grosso e autoridades bolivianas. Mesmo foragida, ela mantinha influência sobre atividades criminosas no norte do estado, exercendo comando à distância.

No momento da captura, a detenta portava documentos brasileiros falsos. Além disso, ela havia passado por procedimentos estéticos para alterar sua aparência e despistar os investigadores. Ela aguarda os trâmites legais na Bolívia para ser recambiada ao sistema prisional brasileiro.

A Polícia Civil continua em diligências constantes para identificar o paradeiro de Arlequina. A população pode colaborar com informações através dos canais oficiais de denúncia. Para acompanhar o desdobramento deste caso e outras últimas notícias , mantenha-se atento às atualizações das autoridades de segurança pública.

Fonte: midianews.com.br