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Foragida por homicídio cometido com barra de ferro em 2012 é

Uma mulher de 49 anos, condenada pelo assassinato de um idoso em Tesouro, foi presa pela Polícia Civil em Mato Grosso do Sul após anos foragida da Justiça.

Uma mulher de 49 anos, condenada pelo assassinato de um idoso em Tesouro, foi presa pela Polícia Civil em Mato Grosso do Sul após anos foragida da Justiça.

Uma mulher de 49 anos, que possuía uma condenação definitiva por homicídio qualificado, foi localizada e presa pela Polícia Civil de Mato Grosso na cidade de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul. A foragida era procurada pela Justiça devido a um crime brutal ocorrido no ano de 2012, no município de Tesouro, localizado a 370 quilômetros de Cuiabá.

O mandado de prisão foi expedido pela Vara Única da Comarca de Guiratinga. Com a captura, a mulher deverá cumprir o restante de sua pena, que totaliza 14 anos de reclusão em regime fechado. Após a efetivação da ordem judicial, ela foi conduzida à 5ª Delegacia de Polícia da capital sul-mato-grossense, onde permanece à disposição das autoridades judiciárias.

O assassinato que levou à condenação ocorreu na madrugada de 18 de agosto de 2012, dentro de uma propriedade rural situada no distrito de Batovi, em Tesouro. A vítima, um homem de 60 anos, foi morta no interior de seu próprio quarto, apresentando sinais de violência extrema provocados por golpes de barra de ferro.

As investigações conduzidas na época revelaram que o crime foi executado pela própria filha da vítima, com o auxílio de uma amiga. Ambas tinham 35 anos quando o homicídio foi consumado. O inquérito policial apontou que a motivação principal do ato criminoso estava ligada a interesses financeiros, especificamente relacionados à posse da fazenda e à futura herança do idoso.

Conforme os detalhes apurados pelos investigadores, a filha do proprietário rural participou ativamente da execução do homicídio. Já a comparsa, agora presa em Campo Grande, teve como função auxiliar na criação de uma cena de crime que simulasse um assalto, na tentativa de desviar o foco das investigações policiais.

Após o ato, as duas mulheres teriam tentado destruir evidências e ocultar objetos utilizados no crime, descartando itens em um rio nas proximidades da fazenda. Durante as diligências realizadas na época, as equipes policiais conseguiram localizar vestimentas e outros materiais que apresentavam manchas semelhantes a sangue, os quais foram submetidos a exames periciais.

Além da materialidade do crime, a investigação reuniu um conjunto de provas robustas sobre a motivação financeira. O trabalho policial detalhou conflitos familiares preexistentes entre a vítima e a filha, centrados em disputas patrimoniais envolvendo a propriedade rural onde o assassinato foi cometido.

Fonte: rdnews.com.br